Quando o sushi e o café se misturaram

Publicado em: 18 / 06 / 2015
Sushi, sashimi, yakisoba, gyoza, tempura. Você só conhece, hoje, estas e outras iguarias da culinária japonesa porque em 18 de junho de 1908 chegou ao porto de Santos o navio Kasato Maru.
Oriunda do porto de Kobe, no Japão, a embarcação trouxe ao Brasil os primeiros 781 imigrantes japoneses contemplados pelo acordo imigratório estabelecido entre os dois países.
É por isso que hoje, 18 de junho, comemora-se o Dia da Imigração Japonesa.
A imigração deu-se porque, no fim do século XIX, a queda do feudalismo e a mecanização da produção rural japonesa empurraram os camponeses para as cidades com o intuito de fugir da pobreza. Ao chegar nos grandes centros daquela época, eles também não encontraram postos de trabalho, o que criou uma grande massa de trabalhadores rurais miseráveis.
Enquanto isso, o Brasil enfrentava acentuada falta de mão de obra nos campos de produção de alimentos, visto que, em 1902, a Itália (o país que mais enviava imigrantes para cá) deixou de patrocinar o deslocamento de seus compatriotas. O que se viu a partir disso foi o prenúncio de uma crise: as fazendas de café (principal produto de exportação na época e grande responsável pelo "girar" da economia brasileira) ficaram, repentinamente,sem mão-de-obra suficiente para garantir a produção.
O Brasil tinha então pela frente uma missão espinhosa: encontrar - e rápido - uma nova força de trabalho que fizesse com que as "roldanas da produção "voltassem a funcionar no ritmo adequado. Simultaneamente, os EUA barravam a imigração japonesa para seu território, baseados nos acontecimentos da Primeira Guerra Mundial.
Impedidos de entrar nos Estados Unidos e fugindo da pobreza no Japão, desenhou-se uma nova rota marítima para os imigrantes japoneses. Ficava evidente, então, a oferta e a demanda,a junção da fome e da vontade de comer.
Foi assim que teve início a imigração japonesa por aqui, a semente do que se configuraria, tempos depois, como uma das maiores (senão a maior) colônias estabelecidas fora do Japão.
A Universila saúda todos os que, de alguma forma, descendem daqueles primeiros imigrantes que desembarcaram neste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Omedetou! (parabéns!).
É por isso que hoje, 18 de junho, comemora-se o Dia da Imigração Japonesa.
A imigração deu-se porque, no fim do século XIX, a queda do feudalismo e a mecanização da produção rural japonesa empurraram os camponeses para as cidades com o intuito de fugir da pobreza. Ao chegar nos grandes centros daquela época, eles também não encontraram postos de trabalho, o que criou uma grande massa de trabalhadores rurais miseráveis.
Enquanto isso, o Brasil enfrentava acentuada falta de mão de obra nos campos de produção de alimentos, visto que, em 1902, a Itália (o país que mais enviava imigrantes para cá) deixou de patrocinar o deslocamento de seus compatriotas. O que se viu a partir disso foi o prenúncio de uma crise: as fazendas de café (principal produto de exportação na época e grande responsável pelo "girar" da economia brasileira) ficaram, repentinamente,sem mão-de-obra suficiente para garantir a produção.
O Brasil tinha então pela frente uma missão espinhosa: encontrar - e rápido - uma nova força de trabalho que fizesse com que as "roldanas da produção "voltassem a funcionar no ritmo adequado. Simultaneamente, os EUA barravam a imigração japonesa para seu território, baseados nos acontecimentos da Primeira Guerra Mundial.
Impedidos de entrar nos Estados Unidos e fugindo da pobreza no Japão, desenhou-se uma nova rota marítima para os imigrantes japoneses. Ficava evidente, então, a oferta e a demanda,a junção da fome e da vontade de comer.
Foi assim que teve início a imigração japonesa por aqui, a semente do que se configuraria, tempos depois, como uma das maiores (senão a maior) colônias estabelecidas fora do Japão.
A Universila saúda todos os que, de alguma forma, descendem daqueles primeiros imigrantes que desembarcaram neste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Omedetou! (parabéns!).
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