Contra a crise, na ponta do lápis

Publicado em: 03 / 08 / 2015
Com a alta do dólar e uma inflação girando em torno de 7%, os brasileiros são chamados, mais uma vez, a colocar o pé no breque no setor das finanças pessoais.
A dica dos especialistas para atravessar o período sem surpresas desagradáveis é a boa e velha receita "não gastar mais do que se ganha".
Quando o dólar sobe, o impacto é imediato em todos os setores da economia. E há quem esteja (bem) feliz com a subida da moeda americana, viu? São aqueles que mantêm determinados tipos de investimentos financeiros. Com a meteórica valorização da moeda internacional, consequentemente os proventos inicialmente investidos se multiplicam.
Mas para quem não tem investimentos, a história é outra e nada agradável.
É que a cotação do dólar é um dos parâmetros que rege os comportamentos do mercado e da economia como um todo. E toda vez que a moeda americana aumenta de valor, as empresas que importam qualquer tipo de insumo ou matéria-prima para produzir seus produtos/serviços acabam repassando o valor que gastaram a mais para o resultado final. E para quem esta conta chega mais cara? Para nós, consumidores.
É por isso que, à medida que a inflação sobe, sentimos uma substancial perda de capacidade de compra em nossos ganhos mensais. É que, por mais que o salário mínimo ganhe reajustes, acaba perecendo diante da soma explosiva que é o aumento do dólar + alta da inflação. Se ultimamente você tem frequentado os supermercados com alguma regularidade, sabe do que estamos falando.
Mas há como atravessar esse período. É só ter calma e consciência financeira.
Reúna a família para uma avaliação detida dos gastos diários e mensais. Juntos, poderão avaliar onde estão os excessos (ou supérfluos) e como é possível reduzi-los (ou cortá-los, se for o caso) momentaneamente.
Esta não é a hora de colocar a culpa em outrem, seja o governo, os bancos ou o Capitalismo. Embora não seja caso de pânico, o momento exige maturidade e responsabilidade financeiras.
Então? Como vão as suas finanças? Seus gastos estão dentro dos seus rendimentos?
A recomendação da Universila é que você invista em reeducação financeira para que possa dormir tranquilo(a). Atravessar períodos financeiramente turbulentos sem sustos, de forma sustentável e consciente, requer uma providência simples, disponível para qualquer um: tenha toda a sua contabilidade mensal na ponta do lápis.
[Fonte: Portal Administradores]
Quando o dólar sobe, o impacto é imediato em todos os setores da economia. E há quem esteja (bem) feliz com a subida da moeda americana, viu? São aqueles que mantêm determinados tipos de investimentos financeiros. Com a meteórica valorização da moeda internacional, consequentemente os proventos inicialmente investidos se multiplicam.
Mas para quem não tem investimentos, a história é outra e nada agradável.
É que a cotação do dólar é um dos parâmetros que rege os comportamentos do mercado e da economia como um todo. E toda vez que a moeda americana aumenta de valor, as empresas que importam qualquer tipo de insumo ou matéria-prima para produzir seus produtos/serviços acabam repassando o valor que gastaram a mais para o resultado final. E para quem esta conta chega mais cara? Para nós, consumidores.
É por isso que, à medida que a inflação sobe, sentimos uma substancial perda de capacidade de compra em nossos ganhos mensais. É que, por mais que o salário mínimo ganhe reajustes, acaba perecendo diante da soma explosiva que é o aumento do dólar + alta da inflação. Se ultimamente você tem frequentado os supermercados com alguma regularidade, sabe do que estamos falando.
Mas há como atravessar esse período. É só ter calma e consciência financeira.
Reúna a família para uma avaliação detida dos gastos diários e mensais. Juntos, poderão avaliar onde estão os excessos (ou supérfluos) e como é possível reduzi-los (ou cortá-los, se for o caso) momentaneamente.
Esta não é a hora de colocar a culpa em outrem, seja o governo, os bancos ou o Capitalismo. Embora não seja caso de pânico, o momento exige maturidade e responsabilidade financeiras.
Então? Como vão as suas finanças? Seus gastos estão dentro dos seus rendimentos?
A recomendação da Universila é que você invista em reeducação financeira para que possa dormir tranquilo(a). Atravessar períodos financeiramente turbulentos sem sustos, de forma sustentável e consciente, requer uma providência simples, disponível para qualquer um: tenha toda a sua contabilidade mensal na ponta do lápis.
[Fonte: Portal Administradores]
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